Sobre um sonho

Hoje eu sonhei com você, nem sei que você existe.

"Felicidade" não se encontra presente no meu vocabulário nesses meus últimos meses, sei que a vida de ninguém é um comercial de margarina, mas eu into que falta algo. Algo que estou desesperada para encontrar, mas não sei exatamente onde e não sei exatamente o quê. Então você veio, pegou-me totalmente desprevenida, da forma mais baixa possível, em um sonho .

Quantas vezes, nessas últimas semanas, vocês acordaram com um sorriso pleno no rosto?

Eu? Apenas uma. Mas valeu a espera.

Você veio, em um sonho. Mas foi tão bom.

As coisas pareciam se encaixar, e tudo que não estava no seu lugar, naturalmente ia, e eu me sentia tão leve, tão feliz, tão viva. Sabe, adoro romance, mas ele não parece combinar comigo, mas ontem, com você, momentos românticos iam muito além da breguice.

Não, não me recordo do seu rosto, nem da sua voz. Mas isso não importa, nunca fui uma pessoa muito visual. O importante é que acordei sorrindo, com uma energia diferente. Será que isso é paixão?

Mas como diria uma música que gosto muito "eu poderia jogar a minha vida fora, em um sonho que não pode se realizar."

Por ninguém



Nesses últimos dias, tenho ouvido praticamente a apenas uma música For no one", dos Beatles.

Quem me conhece sabe que sou uma grande fã da banda (não dá para esconder um poster que ocupa metade da parede do meu quarto), mas nunca parei para escutar o álbum "Revolver", circulando pelas músicas que tenho, descobri esse um pequeno achado. Sabe quando você escuta uma música e algo nela parece que foi feito especialmente para você? Depois de pular tantas faixas, ouvindo poucos segundos de cada uma, a voz do Paul McCartney surtiu quase um feito paralisante em mim, ao mesmo tempo que a letra não tinha nada a ver com minha situação, ela tinha, é algo que não consigo por em palavras, apenas sentir ao ouvir a música.

Mas enfim, vamos para a música em questão.

Logo no começo da letra, ele afirma que ela não o ama mais. Mas ao invés dela ficar triste parece que ela se libertou de algo, não tem ninguém mais que ela ame e isso é imensamente libertador. Ela está sozinha e não tem medo disso, na verdade acho que ela ansiava por isso. Ela chora, mas não por ele, não por ela, por ninguém, porque apesar de tudo, um término tem seu aspecto melancólico.

Por outro lado, ele não esperava por isso, ele a queria, ele precisava dela e achava que ela sentia o mesmo. Se nega a acreditar nas palavras dela até não ver mais amor em seus olhos. É duro para ele, seria duro para qualquer um, a cabeça dele dói e ele se lamenta "Um amor que deveria ter durado anos."

Essa é o meu verso favorito da música, tantos planos e certezas que temos certeza, tantas situações que achamos que duraram para sempre, mas apenas não durou. Nessa música não há um vilão, apenas a vida acontece, e um amor que deveria ter durado anos, não durou.


É difícil quando isso acontece, é sufocador quando você descobre que o mundo não acontece como você imaginou dentro da sua cabeça, você não tem controle das coisas, mas por outro lado, eu acho isso muito libertador. É como se fosse outra chance, uma chance de fazer diferente antes que você notasse que isso não tinha futuro. Talvez, depois que anos se passarem e quando você retorna nesse ponto, vai ter que admitir que foi o melhor. O melhor que poderia acontecer para você mesmo não acreditando isso na época.

Para mim, essa é a beleza da vida.


Nova fase do blog

Quando eu criei esse blog, ainda estava no Ensino Fundamental, achava que sabia tudo da vida, e que nada mais ia me impressionar. Hoje tenho uma postura totalmente diferente da vida, me assumi como total ignorante de tudo que possa saber, isso me mantém com mente aberta para coisas que talvez de outra forma "não aceitaria".

Eu criei esse blog para dar a minha opinião sobre tudo que gosto, um lugar que eu pudesse expor o que eu penso e o que eu vejo, mas depois se tornou uma obrigação chata de se quase criar um portal de conteúdo e era mais interessante deixar de lado, do que continuar a escrever.

Em resumo a esse amontoado de informações genéricas sobre esses últimos onde tudo aconteceu, é só um pequeno anuncio, talvez mais para mim mesmo do que para alguém que lê isso, sobre uma mudança no blog, tratar ele mais como um pequeno diário pessoal, continuará tendo resenhas mas também a minha visão singular de como eu venho o mundo e esses experiências loucas que parece que acontecem só comigo.


Sherlock, é você?

Finalmente eu consegui assistir a algum filme que concorre ao Oscar antes da premiação e sem usar de meios ilícitos, e o filme de hoje é o fraco Jogo da Imitação.



O filme se passa durante a segunda guerra mundial, em um programa ultra-secreto do governo que tenta decifrar o código nazista chamado "Enigma", esse código é criado por uma máquina e muda todos os dias, tornando o trabalho praticamente impossível. Para esse programa foram chamados vários linguistas e matemáticos, mas o arrogante Alan Turing foi quem pensou fora da caixa e em vez de tentar decifrar um novo código por dia, ele projeta uma máquina que teoricamente conseguirá decifrar o novo código todos os dias. Porém pelo seu temperamento presunçoso, não consegue apoio e faz inimigos dentro desse núcleo.


Acho que mais difícil do que falar de um filme que você gostou/odio muito, é falar de um filme que mediano, pois não se tem nem a paixão reprimida nem a raiva desenfreada. Esse é um bom longa, mas não tão bom para estar concorrendo a premiação de melhor filme, roteiro, ator, entre outras categorias. Você como espectador não consegue se conectar com a história que se mantem rasa durante os 115 minutos, e muito provavelmente esquecerá do filme algumas semanas depois de assistir-lo.

A volta de The Walking Dead

Eu estava contado nos dedos para a volta da minha série favorita da vida, depois de ver esse episódio fiquei, em uma palavra, chocada. 

Na última segunda féria (09/02/15) a série The Walking Dead foi transmitida aqui no Brasil pela Fox, ainda mas próximo da americana, uma maneira de evitar a pirataria.  Eu estava tão pilhada para ver esse episódio na transmissão brasileira que para garantir que eu não dormisse durante a série - como já aconteceu algumas vezes, culpa da minha rotina maldita - eu tirei aquele cochilo de tarde para estar 100% acordada e focada às 22h30.


Passaram-se algumas semanas depois dos acontecimentos do último episódio, o grupo continua na estrada, dessa vez seu objetivo é chegar ao condomínio onde Noah vivia. Esse é o máximo que você pode saber desse episódio sem spolers, se ainda não viu e não gosta de ser surpreendido leia esse outro post que eu fiz sobre TWD.

Esse sem dúvida foi um dos melhores episódio do show. Ele é bem diferente de todos que já foram feitos, não tem linearidade e trabalha muito com o inconsciente, se o showman que produz essa temporada fosse o mesmo da terceira, todo o arco do Rick após a morte da Lori, seria mil vezes melhor.

Você consegue sentir o peso dos personagens, que agora voltaram para a estaca zero, sem lar, sem comida, sem segurança, sem esperança de encontrar seu lugar novamente. E há Noah, com seu otimismo irracional que espera encontrar sua família sã e salva. Quando o balde de água fria é jogado no Noah, vemos Tyreese como a figura integra de bondade que ele é, tentando puxar o jovem garoto do fundo do poço que ele está - olhos marejando agora - é de cortar o coração;

Enquanto o episódio se desenrola, com umas narrações em off, alguns takes aparentemente fora do contexto, personagens antigos aparecendo enquanto você tenta entender o que está acontecendo. Mas que fazem sentido no final, foi uma ótima surpresa, um estilo nunca explorado antes, que teve uma bela execução.

Alguns hábitos de leitura

Eu tenho um hábito de grifar e escrever nas lateiras dos livros que eu leio, as vezes para estacar alguma passagem interessante outros para "conversar" com o autor, mas 90% das vezes sou execrada por outros leitores quando digo que faço isso.


Há alguns anos eu ganhei um livro sensacional de Natal, "Uma professora muito maluquinha". Quando era menor eu adorava os livros do Ziraldo e o Papai Noel deu meu primeiro exemplar de um livro dele. Já li e reli esse livro incontáveis vezes, mas um dia enquanto brincava com uma das minhas primas mais novas, ela rabiscou e desenhou em algumas partes do meu xodó. Eu fiquei louca, comecei a gritar com ela, tanto que a fiz chorar. 

Olhando para trás, eu teria feito diferente. É verdade que ela não deveria ter feito isso, mas também é verdade que ela era muito nova para entender o porque não se pode desenhar em tudo, meu livro é apenas um monte de folhas juntas, não são as páginas que contam, mas esse conteúdo e esse eu posso achar em qualquer lugar.




O que eu mais vejo na relação entre leitor e livro é quase uma canonização do objeto, um livro que tem ser algo intocável, puro. Eu entendo que quando você ama uma história você quer cuidar do livro como se fosse um ser vivo, mas não é. 

Gosto de livros com as suas marcas, gosto de quando acabo de ler, vejo que ele aumentou um pouco de tamanho, gosto de livros com suas capas gastas, não pelo mal manuseio, mas pelo manuseio constante. Gosto de livros de sebo, com cheiro antigo, com algumas marcas de café aqui ou ali, suas páginas amarelas e seu doce cheiro de usado. Gosto de escrever em livros par que ele tenha um pouco mais a minha cara e sinto a necessidade de retribuir as marcas que deixou em mim.
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Também gosto de emprestar livros, acho um desperdício eu ter tantos livros e não passar a história para frente, se eu gostei de uma, eu compartilharei com alguém que acho que também vai gostar.
Claro que eu não empresto para qualquer um, têm sempre aqueles que não vão nem chegar a ler a história e que nem vão te devolver o livro, mas não tem coisa melhor do que você emprestar seu exemplar favorito para um amigo e ele querer debate-lo com você?

Mas não confunda isso com mal cuidado, é de cortar o coração ver um livro todo corroído por traças, rasgado, molhado. Não, não confunda as duas coisas.

Que tal praticar o desapego? Comece emprestando aquele livro que seu amigo está te pedindo a séculos, dá um aperto no coração, mas vale a experiência.

Fim do mês de Janeiro

Livros

Lido


Todo dia - Resenha no blog
O primeiro livro de 2015, uma ótima escolha para um começo, muito fofo que deixa um quentinho no coração

Garota exemplar
Um perigo falar qualquer coisa desse livro, tudo é spoiler só digo que esse é um dos poucos exemplares que o filme é melhor que o livro.

Star Wars, A nova Esperança 
Esse ano comprei vários livros para fazer um esquenta para novo filme de Star Wars, preparem-se para muita nerdice esse ano.



Lendo

Insurgente
Não sei porque estou me forçando a continuar nessa saga, está cada vez pior. Mas agora faltam menos da metade de livro e até agora é bem pior que Divergente

Batalha do Apocalipse
Juro que estou tentando ler, mas está difícil. Não passe da página 50, a história parece ser bem legal porém por algum motivo não quero ler-lo.

Iluminado
Eu já assisti a adaptação e estou amando esse livro, ele coloca mais profundidade e cria toda um histórico do hotel que é de tirar o fôlego.

Star Wars - A trilogia
Terminei a "A nova esperança" mas ainda faltam mais dois livros, eu gostei muito do primeiro principalmente pelo ritmo, mas como cada livro é escrito por um autor diferente, não sei o que esperar do próximo

Séries

American horror story - Terceira e quarta temporada
Nunca falei dessa série no blog, mas tenho que me retratar, provavelmente começar pela quarta temporada, minha favorita até agora, talvez começar a fazer várias teorias, isso ainda vai render vários posts.

Bates Motel - Primeira temporada
Comecei a série por indicação de um amigo, só tenho uma palavra. Bizarro. Talvez falarei da série mas tenho que falar do filme também então, não sei. 



















Então isso é tudo pessoal, bom mês e até a próxima.

Badadook-dook-dook

Depois de ouvir um podcast (sempre podcast), sobre filmes bons de 2014, eu tive de ver Babadook, um filme de terror que assustou o próprio William Friedkin




A sinopse do filme vai ficar bem mais resumida do que o usual, pois quanto menos saberem dele, melhor é a experiencia. Babadook conta história de uma mulher que ficou traumatizada por um acidente e nunca se recuperou, ela tem um filho que sofre muito pela maneira depressiva com que vive. Ao achar um livro infantil a situação piora, pois ela acredita que está sendo perseguida por um ser sobrenatural.

Eu não sou nem de longe uma pessoa que gosta de filmes de terror, nunca vi esse filmes "clássicos" de terror, como Chamado, Grito, Exorcista, Chucky etc, mas desde do ano passado estou me desafiando a ver mais desse gênero, até que estou começando a gostar de levar sustos e ter que esperar um pouco para dormir.

Babadook é um filme bem diferente do Sobrenatural, o último de terror que eu vi.  Ele é bem mais tenso, daquele tipo que você não consegue piscar e fica inclinado para frente da televisão, cria um clima assustador em vez de te dar susto o tempo todo.
Tudo contribui para a criação dessa tensão, o roteiro, os atores, mais principalmente a fotografia, a casa que se passa 80% do filme é escura, fria, um lugar pouco agradável que de cara já te deixa incomodado, como alguém pode viver em um lugar tão depressivo.


Guardiões da galáxia

Guardiões da galáxia é um dos filmes mais divertidos com a trilha sonora mais empolgante que assisti, pena que não assisti no cinema.

Depois de ouvir um podcast sobre trilha sonoras, fiquei ainda mais curiosa para assistir Guardiões da Galáxia, o filme de super herói que surpreendeu a todos no ano passado, que em um piscar de olhos foi de filme B para os novos tornaram queridinhos da Marvel

O filme conta a história de Peter Quill, um humano que foi abduzido por aliens quando era pequeno e com eles aprendeu a roubar para ganhar a vida. Depois do roubo de uma orbe, Peter passa a ser perseguido por Gamora, uma assassina altamente perigosa que tem como missão recuperar esse objeto a qualquer custo.
Além de lidar com uma assassina na sua cola, os caçadores de recompensa Rocket e Groot, um guaxinim e uma árvore, veem uma chance de enriquecerem se capturarem Peter. Após vários acontecimentos esses seres intergaláticos precisam trabalhar juntos para salvar a galáxia e a si mesmos.

TAG: Redes Sociais

A TAG foi criada pela Reagan do canal Faultdevices e foi traduzida pela Tatiana Feltrin do canal Tiny Little Things, e eu a encontre no blog (en)canto da bagunça.
Ela consiste em indicar livros relacionados a redes sociais, algumas categorias eu queria indicar vários livros mas dessa vez não trapaciei.

Twitter: Um livro que você quer compartilhar com todo mundo.


Oceano no Fim do Caminho
O romance adulto escrito por Neil Gaiman que conquistou meu coração desde as primeiras palavras. Narrado em sua maioria por uma criança de sete anos sem nome, o garoto narra uma aventura mágica que viveu junto com Lettie Hempstock, uma vizinha muito peculiar. Vários acontecimentos estranhos estão se passando na cidade depois do suicídio de um homem.
O livro no Brasil foi vendido como infanto-juvenil por causa da sua linguagem fácil sua temática “para crianças”, porém, um ele ter tantas camadas e aborda temas profundos para ser entendidos inteiramente.

Facebook: Um livro do qual você gostou muito e que foi recomendado por outra pessoa.



Branca dos Mortos e o Sete Zumbis
Um livro nacional, lançado com o apoio de um site também nacional. Esse livro trás vários contos de fadas famosos, reescrito sob a ótica macabra de Abu Fobya ele é simplesmente sensacional, daquele que você termina um conto e PRECISA desesperadamente ler o próximo. 
Esse livro me foi indicado por um querido amigo da minha antiga escola, e eu indico para todos que gostam de ver seus queridos contos de fadas reescritos.




Tumblr: Um livro que você leu antes de criar seu blog, e do qual ainda não fez post.


Guia do mochileiro das galáxias
Uma “trilogia de cinco” livros sobre o fim da terra e as aventuras dos últimos terráqueos cheio de ironia e sarcasmo que só um inglês tem. 
Vários livros lidos ainda não foram tageados, mas tenho um carinho especial por esse livros para indica-lo aqui. Talvez alguns conhecam a história pelo o filme, mas vale ressaltar, o livro é muito melhor.

Myspace: Um livro que você não tem a intenção de reler.


O lado bom da vida
Eu ganhei esse livro de aniversário, antes de ler esperava que esse fosse um romance que mudaria a minha vida e a forma que vejo o relacionamento entre as pessoas, ou algo que me fizesse pensar sobre a efemeridade das coisas ou algo nesse sentido, toda essa expectativa baseada nas excelentes críticas que li sobre ele. Como já disse, esperava um livro MA-RA-VI-LHO-SO, mas para a minha decepção era um bom romance que tinhas suas falhas.

Esse livro já foi resenhado.

Instagram: Um livro com uma capa bonita ou um livro “fotogênico”. 


Guerra dos Tronos
A capa da versão brasileira desses livros são lindas, a cada livro é mostrado uma parte de Westeros, ilustradas por Marc Simonetti o mesmo ilustrador das novas edições de Dragões de Eter.
Também já tem resenha
no blog.


Essa é a ilustração do primeiro volume, não é de tirar o fôlego?

 Youtube: Um livro do qual você gostaria de ver uma adaptação para o cinema.


Deltora Quest

Deltora Quest é uma saga infanto-juvenil que se passa em um lugar semelhante a nossa idade média. Tem a premissa básica de uma busca, na qual o protagonista tem que procurar as sete pedras preciosas que formam o cinturão mágico de Deltora e depois ir em busca do príncipe para que ele expulse o grande mal que assola esse reino.
O visual e sua mitologia seria muito bem aproveitada no cinema, a narrativa é simples e com muita ação, que quase grita – Faça um filme! – já temos uma adaptação para anime, mas a para o cinema provavelmente vai ficar só na vontade.



Skype: Um livro com personagens com os quais você gostaria de conversar.


Coração de Tinta.
Qual leitor não gostaria de conversar com outros leitores assíduos, ou com personagens dos meus livros favoritos? Eu sim, os personagens dessa série são todos leitores que me dariam dicas de livros e quem sabe me emprestariam alguns. 




Tageadas

Não fui indicada para essa TAG, mas tenho uma listinha de blogueiras para indicar. A Lettícia do blog Fluer de Lune, Fran do blog Fran Canone  Ana Paula do blog Meu mundinho de Sofia, Paloma do blog "Agente" Junto (adorei o nome), Salieri do blog Visão Periférica; Michelle do blog Navast; Letícia do blog Letras em Vida; Jéssica do blog Idéias Esdrúxulas, Sabrina do blog Universo Prático Feminino; Bruna do blog Reflexões da minha mente doida.

Ufa, mas qualquer leitora que gostar da tag se sinta tageada.

Até a próxima.

Todo dia - Desafio Literário 2015



Sabe aquela sensação que acontece quando você não dorme na sua casa e precisa de alguns segundos para saber onde está ao acordar? Imagine que isso acontecesse todo dia, e além de estar em um lugar diferente, você fosse uma pessoa diferente. 

Bem-vindos a vida de A.


Desde que se entende por gente, A acorda no corpo diferente todos os dias, não sabe o porque, aprendeu a aceitar sua condição e tenta não alterar a vida das pessoas que realmente vivem naqueles corpos. A vive tentando se adaptar as diferentes vidas que prova por um pequeno período de tempo e por 16 anos viveu tentando passar desapercebido, mas tudo muda quando conhece Rhiannon, uma garota doce que está presa a um namorado rude. A se apaixona por Rhiannon mas não sabe como irá fazer para manter-se perto dela.

Esse livro leva ao extremo o sentimento de não-pertencimento que todos passamos, principalmente quando somos adolescente, não pertencer ao grupo de amigos que andamos, ou ao namorado que escolhemos, ou a vida que temos. Se alguma vez você já se sentiu a pessoa mais diferente do mundo, esse livro se encaixa como uma luva. 

É impossível não se identificar com o personagem principal, mas eu e A compartilhamos  o mesmo costume, ficar observando as pessoas. Cada um de nós fazemos por um motivo, mas é legal ver que você não é sozinha no mundo, mesmo quando o semelhante a você é um personagem fictício.

Operação Big Hero

Na semana passada foi ver Operação Big Hero, a nova animação da Disney que foi esquecida pela mídia, mas lembrada pela internet.


O filme se passa na cidade de São Fransokyo, em um futuro recente no qual robôs e inteligência artificiais estão bem mais desenvolvidos. Nessa cidade vive o jovem prodígio Hiro Hamada, que desperdiça sua genialidade ganhando dinheiro ilegalmente lutas de robôs. Seu irmão mais velho, Tadashi preocupado com o futuro do caçula, o convence a ir na universidade que trabalha, Hiro se encanta pelo desenvolvimento tecnológico promovido pela instituição e decide que fará de tudo para ingressar nessa faculdade. Com ajuda de Tadashi e seus amigos, Hiro cria um projeto revolucionário para impressionar o professor Callahan, mas no dia da apresentação algo acontece que muda sua vida para sempre.

Para quem não sabe, esse é mais um filme Disney-Marvel, baseada em uma hq homônima, mas segundo minha breve pesquisa, não é uma das adaptações mais fiéis, pelo fato de ser um filme infantil.




Eu fui ver esse filme totalmente crua, nem mesmo assisti o trailer e esse filme impressionou de todas as maneiras. Ele consegue equilibrar todos os elementos da formula Dinsey: aventura, humor, drama e fofura, por isso conseguiu aquecer meu gelado coração, mas que infelizmente teve um vilão que tira alguns pontos do filme.

Operação Big Hero é o perfeito exemplo de filme para família toda, com algumas tiradas que apenas os crescidinhos vão entender junto daquela comédia mais pastelão arranca risadas de todos. Sua trama contém elementos mais maduros que as crianças dificilmente entenderão, mas que não atrapalha em nada o divertimento delas. Um ótimo equilíbrio foi criado que consegue te levar do riso ao choro com uma fluidez impecável.




O filme foca muito em Hiro e na relação que ele tem com seu irmão e com o robô Baymax (um dos personagens mais fofos já criados), porém deixando em segundo plano o desenvolvimento da amizade entre o garoto e seus novos amigos Gogo, Fred, Wasabi e Honey Lemon. Mas no pouco tempo de tela que eles têm, já nos é introduzido a personalidade de cada um que pode ser mais explorada em uma sequência.

Outro ponto forte  é a animação belíssima, com destaque ao primeiro voo de Hiro no Baymax, uma sequência que lembra um pouco o primeiro voo do Banguela com o Soluço (Como treinar seu dragão). Os dois descobrindo como entrar em harmonia um com o outro, para voarem por toda São Fransokyo é de tirar o fôlego.


A única coisa que me incomoda nesse filme é o vilão, o roteiro tenta nos surpreender ao desviar a atenção, mas é bem óbvio para a maioria da audiência que foi o responsável pelos acontecimentos. Eu assisti esse filme duas vezes, na primeira eu sai pensando "Esse filme maravilhoso, mas tem alguma coisa me incomodando", na segunda vez eu consegui entender, era tudo culpa do vilão. A motivação do antagonista não justifica as cenas de perseguição e de batalhas, por mais legais que elas possam ser. 

Operação Big Hiro é um filme lindo, em todas as maneiras. Se tiver a oportunidade de ver no cinema, vá, só tenha a paciência com a criança que sentar no seu lado.



















Não se esqueça de ficar para a cena pós-crédito. 






Mais um desafio - Filmes para 2015


Para estimular mais postagens no blog,estou começando a participar de vários desafios. Esse post é para a apresentação do desafio 24 filmes para 2015, se também quiser participar veja as regras aqui.


Esse desafio consiste em escrever sobre filmes vistos, duas vezes por mês. Já estamos no dia 20, então o primeiro mês ficará um pouco apertado.


Acesse os links para ver todos os posts desse desafio:
  • Fevereiro
  • Março
  • Abril 
  • Maio
  • Junho
  • Julho
  • Agosto
  • Setembro
  • Outubro
  • Novembro
  • Dezembro

Blogagem Coletiva - Meus Vilões Favoritos

Primeiro post de blogagem coletiva mediado pelo maravilhoso grupo Blog que interagem




Vamos falar a verdade, na maioria das vezes os vilões são muito mais interessantes do que os mocinhos, por serem mais inteligente e carismáticos e inspirado no tema sugerido, vou listar alguns dos meus vilões favoritos.
Eu sou uma fã de filmes da Disney de carteirinha, sei todas as falas de Peter Pan e sem a maioria das músicas de cor (tanto o original quanto a versão dublada). Por esse motivo é difícil escrever um texto imenso para falar de todos os vilões, mas como ninguém leria, falarei de dois, aqueles que mais me assustavam quando eu era pequena.

Malévola


Ela é verde, tem cifres, transforma-se em dragão!

Quando eu tinha uns dois anos, eu não conseguia ver "A Bela Adormecida" pois sempre que essa maldita aparecia eu chorava sem parar. Além disso tinha pesadelos horriveis com a transformação dela em dragão.
O tempo passou e eu esqueci desse pequeno trauma até o ano passado, por causa da divulgação do novo filme da Malévola tinha imagens dela por toda a internet, o que me dava os ataques de pelanca quase toda semana.  Após toda essa exposição, eu superei meu medo, mas ainda não tive coragem d rever a animação antiga da Disney.

Scar



Um dos personagens mais sacanas e obstinados da história do cinema. Ele matou o irmão e deu um sumiço do sobrinho para conseguir governar!
Mas não é sua maldade encarnada e sangue frio que o torna um dos meus vilões favoritos e sim seu jeito dissimulado e satírico com que faz essas atrocidades.




Zelina

A Bruxa má do Oeste é, na minha opinião, a melhor vilã de Once Upon a Time, tirando Rumpelstilskin que já é Oconcur.
Ela era uma vilã esteriotipada, verde e com vestidos maravilhosos, tinha o seu jeito galhofa de vilões antigos que eu adorava.
Eu tenho uma teoria que todos os vilões de OUAT tem que abraçar sua maldade e sua galhofa, se não tornará  blasé como a Snow Queen da quarta temporada.





Governador

Um dos maiores vilão de história em quadrinhos todos os tempos segundo a TV Guide, o Governador também é um dos piores psicopatas que você encontrará na ficção. Apesar de adorar a versão dele na série de Tv, interpretada por David Morrissey, sua faceta nos quadrinhos é muito mais malévola e perturbadora.
Mas o real motivo dele estar aqui não são por seus atos perversos, mas por seu carisma, Quando o Governador tem que lidar com todos ele é a pessoa mais gentil do mundo, um lobo fantasiado de cordeiro.


Darth Vader

Quem não conhece esse Lord Sith? Uma das figuras mais assustadoras da história do cinema, suas atitudes cruel e autoritária apenas escondem um homem arrependido. Eu adoro esse personagem, mesmo não sabendo se ele pode ser considerado um vilão.





Menção honrosa: Família Lannister

Como eu amo odiar essa família.

Eu sem que faltam muitos vários vilões favoritos fantasticos, mas vou parar por aqui. Comente quais vilões você colocaria nesse lista.

Até a próxima.

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